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A cidade de Asteroid City

  • Foto do escritor: Lucas Fernandez
    Lucas Fernandez
  • 9 de ago. de 2023
  • 3 min de leitura



"Wow, galera! Bora falar sobre "Asteroid City", o filme mais recente do mestre Wes Anderson? Segura essa vibe porque a gente vai mergulhar de cabeça nessa trama maneiríssima que tá dando o que falar. Pega aí sua bebida energética e a pipoca, porque vai ser uma viagem incrível pela mente desse diretor que a gente tanto curte!


Antes de tudo, você já percebeu como é só dar play num filme do Wes Anderson que a gente já sabe: vai ser visualmente louco, né? E meu amigo, em "Asteroid City" isso não é diferente. Logo de cara, a gente é atingido por essa estética que é marca registrada dele: cores pastéis, simetria perfeita, tudo no esquema. Parece até que os personagens tão em um mundo de desenho animado, só que com um toque super filosófico.


Saca só: a história se passa numa cidade fictícia, no meio do deserto, nos anos 50. E aí, a gente é apresentado a esse esquema de uma peça fictícia dentro do filme. Tá ligado quando a história tem várias camadas? Então, a gente tem a peça em si, o backstage dela e ainda a vida dos personagens principais. E olha que é um rolê doido de acompanhar!


O lance é que a cidadezinha é invadida por um evento global doidão, que muda tudo, cara. Mas aqui a sacada é bem nerd: a gente não fica só na ação maluca. A trama foca mesmo nas questões pessoais dos personagens, principalmente do Auggie, interpretado por Jason Schwartzman. Esse cara aí é um fotógrafo de guerra que tá no meio de um luto pesado. E, óbvio, a vida dele vira de cabeça pra baixo com esse evento cósmico. Aí já viu, né? A treta emocional tá formada!


E como todo bom filme do Anderson, a gente tem um elenco animal, tipo Scarlett Johansson e até o Tom Hanks, meu velho! Cada um com sua vibe, cada um com seu jeito de lidar com a loucura que caiu no colo deles. Mas olha, é importante dizer que a parada também tem uma pegada mais séria, tipo filosofando sobre a vida, a morte e essas questões grandiosas.


Claro que nem tudo são flores. Alguns vão dizer que o filme acaba meio diluído com várias histórias rolando ao mesmo tempo. Eu entendo, a gente fica querendo se aprofundar mais em tudo. E até rola umas partes em que a trama fica meio lenta, mas é aquela coisa, né? Pra quem tá acostumado a jogar RPG de mesa, sabe que às vezes a jornada é mais importante que o destino, e isso se aplica ao filme também.


"Asteroid City" é tipo um tabuleiro de RPG, cheio de missões secundárias que podem desviar a atenção do objetivo principal. Isso pode ser meio irritante, mas também pode ser maneiro, sabe? Porque é isso que faz a gente se conectar com os personagens, entender o que eles tão passando e torcer pra eles saírem dessa. E olha só, depois que você assiste, a gente percebe que essa é a jogada do Anderson, te fazer imergir na vida dessas figuras malucas.


Então, pra resumir a parada, "Asteroid City" é tipo o lançamento de um novo set no card game da mente do Wes Anderson. Ele sempre traz o estilo visual característico dele, mas agora tá mais fundo, mais filosófico, e isso é irado, cara! É um filme pra quem curte uma viagem sensorial e emocional, cheia de nuances e detalhes nerds que a gente adora. Então, se você curte um cinema que vai além dos efeitos especiais e te faz pensar na vida enquanto se diverte, esse filme é a pedida certa. Pode crer que depois de "Asteroid City", a gente sai com a mente bugada e o coração nerd feliz!"

 
 
 

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