Critica - Meu nome é Gal
- Lucas Fernandez
- 12 de out. de 2023
- 2 min de leitura

Então, assisti "Meu Nome é Gal", a cinebiografia da Gal Costa, e vou contar o que achei do filme. Só pra deixar claro, não sou um super fã da Gal, mas estava curioso pra ver como seria essa história.
O filme se concentra nos primeiros anos da carreira da Gal, quando ela ainda era a Maria da Graça Costa Penna Burgos, interpretada pela Sophie Charlotte. Tudo rola no Rio de Janeiro dos anos 60 e 70, um período super agitado na música brasileira. Gal se manda pra lá em busca do estrelato e encontra apoio de figuras de peso como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Dedé Gadelha.
Mas olha, minha maior crítica ao filme é que a história voa na velocidade da luz. Os eventos importantes da vida da Gal são mostrados de forma tão rápida que, em muitos momentos, nem percebemos que as coisas mudaram. Tipo quando eles saem do Rio e vão pra São Paulo, passa tão rápido que você fica se perguntando: "O que acabou de acontecer?".
E outra, o filme não consegue transmitir o impacto emocional que esses eventos tiveram na vida da Gal e dos outros personagens. Coisas como o relacionamento com a mãe dela e o impacto da ditadura militar na vida dos amigos mereciam mais tempo de tela.
Mas nem tudo é negativo, o elenco manda bem, com destaque para a Sophie Charlotte, Rodrigo Lelis e Camila Márdila. E o filme aborda a busca da Gal pela independência de uma forma diferente, sem cair nos clichês de decadência e tragédia que costumamos ver em biografias.
Resumindo, "Meu Nome é Gal" pode agradar quem é mega fã da Gal Costa, porque oferece um vislumbre íntimo dos seus primeiros anos na cena musical. Mas, se você quer uma história mais envolvente e profunda, talvez seja melhor procurar outro filme.
Enfim, é isso, pessoal! Se você curte a música da Gal ou quer saber mais sobre a vida dela, dá uma chance ao filme. Só esteja preparado para o ritmo acelerado da narrativa.




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